Marilda Binder Samways

 

 

 

 Colando o Poeta

 

 

Oh, Poeta!

 

Poeta do Amor Eterno!

Amor, eternamente amor,

Amor de verdade, aquele que eterniza...

 

Poeta do RosAmor

da rosa vermelha, rosa cor-de-rosa,

de legado, afortunado, de sonhos,

venturas e perdão!

Sublime!

 

Ai, Poeta, minha infância ficou tão perto!

A rosa vermelha na tua mão do adeus, desfolhou,

virou centelha cor-de-rosa, virou perdão!

Sublime!

 

Senti saudade, saudade do velho moço

que vive sempre a eterna primavera,

para quem a vida não perde a graça,

se encanta com a natureza, tal qual o beija-flor!

 

Chorei, repisei o amor, o coração!

senti que a Velha Moça que teima e vive em mim,

desfez mágoa.

Não importa o desencanto!

A dor é só o preço de ser feliz.

 

Chorei, amei, refiz o sonho que se desfez.

 

Que as rosas floresçam vermelhas novamente no espinheiral,

eu amarei outra vez.

 

Devo a Deus e tanto a tantos a felicidade,

As lembranças são tantas, os cantos e os recantos mil,

São verdes, floridos, coloridos e o topo do morro me deixa pertinho do céu!

 

Virei poesia! ou Poeta?

Achei amor novamente,

Quero embarcar no trem de passarinho, sem fumaça, nem apito,

Sem bulha nem fagulha!

Só perfume de flores, por bagagem a essência e a certeza do amor,

da sonoridade das palavras na pesquisa estética, sonoridade mais pura da natureza!

 

Ai, Poeta, também sou paranaense, tenho meu coreto de papel e...

Ah! também tenho a minha pracinha...

 

Não vá embora poeta, fica, você descobriu o mistério, a magia e a fonte do amor!

 

Poeta!

Poeta que é poeta de verdade tem parte com os anjos, só vive por amor.

 

 

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